A grande mentira do pecado

Jekyll & Hyde


Quem nunca passou por situações nas quais se sentiu como o personagem da história de Robert Louis Stevenson: dividido entre dois seres que são um só. Entre duas criaturas; uma moral e outra imoral. Uma boa e que busca o bem; outra maléfica e que somente faz o mal.


Hoje em dia, toda a igreja sofre com esse comportamento em maior ou menor grau. Muitos se comportando com uma aura de santidade dentro do templo, na convivência com os irmãos; mas no dia a dia se comportando pior que muitos não cristãos: tendo casos extra conjugais, mentindo, roubando e agindo das maneiras mais torpes possíveis.

Qual a razão deste comportamento? A razão deste comportamento é o engano, a ação das legalidades, feridas e traumas na vida de cada um permitindo que o mundo no geral nos carregue no sentido contrário ao caminho de Deus.

Mas o que não nos deixam saber é que o Mr. Hyde não é aquele monstro mostrado nas últimas produções hollywoodianas, mas um ser pequeno e medíocre que somente choca tanto porque grita e faz coisas que chocam a todos. Hyde no livro é descrito da seguinte maneira:

“Mr. Hyde — pálido, baixo, repugnante, um sujeito mau e entregue ao pecado”

Já o Dr. Jekyll e descrito da seguinte forma:

“Dr. Jekyll — homem grande, bem proporcionado”.

E assim como o personagem, o pecado nas nossas vidas somente choca, mas não é grande como quer nos fazer acreditar; nem invencível como quer nos fazer crer. Na realidade, o bem é muito maior que o mal; porém, por inação acaba dominado.

Sei que é difícil admitir os nossos pecados e erros. Entretanto, somente agindo podemos ter o perdão; somente pedindo por ele e nos arrependendo dos nossos erros podemos ser perdoados e curados.

Jesus morreu por mim e por você para que isso fosse possível. Não permita que esse sacrifício realizado por Ele para nós seja em vão. Não permita que essa mentira continue agindo na sua vida.

Como diz a letra da canção do Petra:


Às vezes me sinto como Jekyll e Hyde
Dois homens travam uma guerra dentro de mim
Um dá, um leva, eu tenho que decidir
Às vezes, me sinto como... Jekyll e Hyde!


Preciso que alguém me resgate
Isso e como uma personalidade dividida

Quando as personalidades se chocam
Eu sei que tipo de pessoa quero ser
Que não provoque - só dependa de Deus!


Decida, peça e Ele virá te resgatar....


Geibson Lehugeur Barbosa

Pode entrar, papai!

Eu não estou cabendo em mim! Hoje pela manhã, eu experimentei pela segunda vez uma das sensações mais maravilhosas que um homem pode provar. E foi diferente da primeira. Estou falando de ser Pai pela segunda vez. As duas vezes se equivalem mas tem suas peculiaridades. Na primeira vez, eu me sentia o próprio Mufasa quando o Rafiki ergue o Simba diante dos animais no Vale. Dessa vez era algo mais perto de um conto no estilo da Branca de Neve, ou Bela Adormecida - essa coisa bem de princesa.

Na verdade, o que me veio a mente foi o Diário da Princesa; que não fala de um bebê, mas mostra que se pode construir uma princesa. Não com os livros e etiquetas, mas com valores humanos bem mais altos. E também podemos criar uma expectativa muito grande na futura princesa.

Eu estava aguardando na sala do pré-parto quando a Enfermeira veio sorrindo e disse: "Pode entrar, papai!".

Houve um flashback do nascimento do meu primogênito quando esqueceram de me chamar devido a alguns contratempos. E agora, lá estava eu indo em direção ao final do corredor, onde a pessoa que mais amo, depois de Deus, estava dando à luz.

Todo empacotado numa roupa de hospital, eu vi minha filha surgir para o mundo completamente frágil e delicada. Viva. Em poucos segundos, se fazia ouvir e anunciava ao seu redor: "Estou respirando, existo, faço parte dessa família, faço parte dessa realidade. Cheguei!".

Eu já sabia da existência e da realidade da vida dela antes de ela nascer, mas quando a vi, a tomei nos braços e olhei em seus olhinhos, um novo momento teve início. Antes eu a via pela fé ou obscuramente pela ecografia. Mas agora podia vê-la face a face.

Chegou o momento de por a roupa dela. Isso eu já haia feito antes. Já sabia fazer, já conhecia os macetes, não precisava aprender de novo. O primogênito já tinha me ensinado, agora era só por em prática.

Quando Jesus veio a primeira vez ele teve que ensinar tudo, mas quando voltar é só a prática que vai ser levada em conta. Muda muita coisa, fica tudo muito mais rápido. A experiência traz maturidade; e esta, responsabilidade e confiança ; que se transformam em credibilidade.

Eu experimentei a primeira e a segunda vinda de um filho e agora creio estar pronto para diversas coisas que muitos sequer entendem. Meu desejo é que, quem ler, entenda!

Eu sabia que ambos iriam chegar. Eu vi os sinais! As contrações, o princípio das dores, a angústia, a dor do parto e o nascimento. Quando começa o processo, não tem como parar.

Nas duas oportunidades, eu ganhei carona para ir a maternidade. Meus amigos que fizeram esse favor, não foram pegos de surpresa, pois conheciam os sinais e criam na minha palavra. O interessante dessa vez é que, ao contrário da outra, tinham três de sobreaviso e não um. E obviamente só um foi acionado. Ao saber da notícia, os outros dois reagiram com espanto, com expressões de "já?", "como assim?", "porque não nos chamou?", produzindo o efeito que eu creio que acontecerá quando Jesus voltar.

Eles sabiam de tudo, são nossos amigos íntimos, andam conosco, e mesmo assim foram pegos de surpresa. O que foi chamado, só fez uma coisa diferente: falou conosco mais seguido. E tinha mais tempo livre? Não, apenas gerencia o próprio tempo, o que é uma grande vantagem em termos de vigilância.

Essa postagem especial, misto de abba com fim dos tempos, é para percebermos que quando a vida chama o resto é supérfluo. Jesus está chegando. O Príncipe da Paz, o Filho do Homem. O universo já está tendo contrações. Você verá a luz ou vai adormecer nas trevas, abortado para sempre. Eu não fui pego de surpresa. Sigo feliz com meu primogênito e com minha princesinha, glorificando a Deus por não precisarmos de colher de chá na sua vinda; mas estando prontos como a mãe que vai dar a luz e quando chega a hora diz: vamos!, e tudo se consuma.

Somos uma família feliz que proclama: "Marah Na Tha, Vem Y'shua Adonenu!" ou em outras palavras: pode entrar, Rei da Glória.

Juliano Leal - MRM/MARP

O casamento é importante?

Este texto eu li no excelente blog E Agora, Como Viveremos?

Casamento

por Zig Ziglar

O antropologista britânico John D. Unwin dirigiu um estudo profundo sobre oitenta civilizações que nasceram e morreram durante um período de uns quatro mil anos. Dr. Unwin descobriu que uma ameaça comum ocorrida em todas elas. Em cada caso elas iniciavam-se com um ponto de vista conservador, que envolvia fortes valores morais e enfatizava o valor da família. Depois de certo tempo, a conduta conservadora tornava-se mais e mais liberal, os valores morais declinavam e a família sofria.

Em cada caso, enquanto a família deteriorava-se a própria civilização desintegrava-se, e em todos os oitenta casos, a queda da nação foi relacionada com a queda da família. Na maioria dos casos a civilização decaiu dentro de uma geração, com a queda da união da família.A pesquisa de Unwin revelou que quando um homem se apaixona por uma mulher, dedicando-se a cuidar dela, protegê-la e sustentá-la, ele de repente se torna o esteio da ordem social. Em vez de usar suas energias perseguir suas luxúrias e desejos, ele se esforça para construir um lar e poupa para o futuro, procurando conseguir melhor trabalho. Seus impulsos egoístas são inibidos, seus desejos sexuais são canalizados. Ele descobre um sentimento de orgulho, sim, orgulho masculino, porque ele é necessário à sua esposa e filhos. Todos se beneficiam com o relacionamento.

Quando a sociedade é composta por milhões de famílias, estabelecidas em uma moral de conduta saudável, a nação torna-se forte e estável. Força e solidariedade são as grandes contribuições que o casamento traz para as civilizações. Mas na ausência da obrigação familiar, a ruína é inevitável. Quando maridos e mulheres não têm motivos para juntar suas energias a fim de sustentar o lar, então abusam das drogas, do álcool, da promiscuidade sexual, há instabilidade no trabalho, e pode ser esperado um irreprimido comportamento agressivo na cultura. E a falta de energias objetivas é o começo do fim.

Estudos incontáveis feitos por destacados (e variados) cientistas, psicólogos e sociólogos, como Pitirim Sorokin, Arnold Toynbee, Will e Ariel Durant, Willian Stevens, Sigmund Freud, James Dobson e o já citado John Unwin, comprovaram que existe um lado positivo na história.

As civilizações prosperam sob a restrição moral e sexual. A energia sexual é a mais criativa de todas as energias, e por causa da nossa natureza, quando somos fieis ao parceiro, possuímos uma carga extra de energia. Essa carga propicia uma abundância para nos tornarmos mais produtivos e criativos, o que em geral resulta em melhores trabalhos de literatura e de ciência, assim como na produção de bens materiais. Não só a família se beneficia com o uso dessa energia sexual, como a energia gerada acaba por elevar o padrão social, melhorando a qualidade de vida para todos. O uso específico dessa energia sexual extra é feito como um ato altruísta de amor e generosidade. O homem ou a mulher, por outro lado, que dissipa a energia sexual com casos extraconjugais, está se portando de maneira egoísta e irresponsável, procurando apenas divertimento, sem consideração aos danos feitos tanto ao companheiro e aos filhos, quanto aos parceiros de sexo e suas famílias. O resultado líquido é que a produção fica refreada porque o egoísmo não gera a mesma espécie de criatividade gerada pela abnegação.

Extraído do livro “Namoro no Casamento”, de Zig Ziglar, Editora Maltese-norma, 1992.

Fonte: Urro do Leão

Divulgação: www.comoviveremos.com

Um perigo antigo, uma roupa nova.

Quando lemos a parábola do Joio e do Trigo, normalmente interpretamos errado. Acostumamos com a expressão "o joio cresce junto com o trigo" e a usamos fora do contexto, como se o joio crescesse sempre junto com o trigo. Quando não é bem isso que Jesus disse.

Lendo atentamente, vemos que "o inimigo veio enquanto ninguém vigiava e semeou o joio no meio do trigo". Ou seja, o joio foi tão plantado quanto o trigo, mas não pelo mesmo semeador. Deus não planta joio! Foi o inimigo que plantou sorrateiramente, pelas costas, na calada da noite. Esse é o padrão do diabo, e consequentemente, dos que são dele: o joio infiltrado no meio do trigo.

Você já viu o joio? Pois vai ver agora:

Esse cara aí é o joio. Os profissionais da lavoura reconhecem ele sem dificuldade. Desde o agrônomo até o agricultor, tendo instrução ou não. Afinal, eles convivem com o joio e com o trigo, conhecendo as peculiaridades de cada um; e assim, conseguindo diferenciá-los.

Conosco deveria ser igual. Deveríamos ter a mesma habilidade de separar o joio do trigo através do conhecimento da verdade através da prática diária.

Mas o que acontece é exatamente o oposto! Julgamos segundo nossas presunções quem é trigo e quem é joio. Errando quase sempre.

Ah, mas eu não quero fazer isso! Então tenho que conhecer o trigo! Tenho que "sujar" as minhas mãos na farinha, me cansar carregando as sacas, me ferir durante a colheita, limpar a palha e aproveitar o grão. Até que eu tenha as marcas e o cheiro do trigo em mim.

Eis o trigo:

Esse você já viu e até "conhece". Você acha que conseguiria separar o trigo e o joio se os visse juntos numa lavoura?

Jesus deu esse exemplo porque sabia que seria bem difícil sem a prática. A maior arma do semeador de joio é a falta de habilidade dos ceifeiros!

Jesus também disse que os campos estavam brancos mas que os trabalhadores eram insuficientes. Veja aqui mais um erro. Muitos de nós consideram os não-cristãos como joio. Mas o Mestre deixou bem claro que o joio está no nosso meio e que os não-cristãos já são trigo, mas não foram colhidos. Se não houver colheita, pra que servirá todo esse trigo? Pra morrer com as oscilações do clima, pra ser destruido pelas pragas, pra ser roubado por pessoas sem escrúpulos e todo o tipo de mau proveito. Jamais será pão. Nunca servirá pra alimentar o faminto.

Aqui estão os dois juntos. Veja como você se sai:

Difícil? Eu não me atrevo a dizer nada.

Mas sabe que nos últimos dias apareceu algo ainda pior que não existia na época de Jesus? Pelo menos não existia na lavoura. E creio que entre as pessoas era menos comum.

Vou colocar mais uma imagem de trigo e quero que você me diga o que há de errado nele. Preste muita atenção, compare com as outras imagens e com o joio, e tente descobrir qual é o problema desse trigo:

Sabe o que você vai achar de estranho nele? Só de olhar, nada! Se você colher, debulhar, fazer farinha e tudo mais, não vai achar nada de errado. É só trigo!

Mas ele tem algo errado. É trigo transgênico! Genéticamente modificado. E pelos padrões de Deus, deixou de ser trigo. É o retrato da igreja apóstata. Como está escrito: "tem aparência de que vive, mas está morto". É contaminado pela mão do homem querendo ser Deus. É modificado e adaptado segundo os padrões do mundo. É conformado com esse século. É subjugado aos requintes e exigências da sociedade corrompida e idólatra, incrédula e perversa. Esse sim é bem mais difícil de separar, mas nem tanto. É justamente essa fácil adaptação e essa falta de sensibilidade ao clima que o rodeia que o faz diferente. O original, contudo, permanece inalterado.

E aí? Olhando pra toda essa "plantação": você é original, joio ou transgênico?

Eu creio que sou trigo original e genuíno. E tenho implorado ao Senhor da colheita que me limpe, me debulhe, me triture, me faça virar farinha e me use para o Seu deleite. Para o louvor da Sua glória.

E você?

Juliano Leal - MRM/MARP

Socorro, Meu Senhor! É o fim da picada!

Eu não disse!? Faz poucos dias que demonstrei minha indignação com a falta de senso do "povo evangélico". E me mandaram por email o exemplo que eu precisava (ou não, fica a seu critério) para demonstrar, confirmar e terminar de me entristecer.

É muito duro ver que a coisa vai ainda além de tudo que poderíamos imaginar. Eu fico imaginando a tristeza de Deus ao ver esse tipo de aberração. E não me venham com aquele papo falso de crente pseudo-misericordioso dizendo que "ah, Deus usa pela misericórdia", "usou até a jumenta do Balaão". Lembrem-se apenas que a Jumenta não pecou nunca e que só abriu a boca pra falar as verdades do Senhor, bem diferente de nós!

Assista ao clipe. É um áudio que foi legendado tal qual foi ouvido. Vou ser sincero, eu ri muito em algumas partes porque simplesmente não dá pra ficar sério! Mas o resultado final é extremamente indignante. Se Deus fizer uma pedra clamar vai ser pra mandar esse pobre irmão calar a boca!

video

Aproveitem e vejam esse também (se ainda não viu lá em baixo no "Se cumpre agora").

Eu peço sinceramente que IHWH tenha misericórdia de nós, porque a podridão não pára de aparecer.

Juliano Leal - MRM/MARP

Podemos melhorar?

Fico pensando que quando Jesus estava sendo açoitado, martirizado e crucificado, Ele poderia a qualquer momento sair daquela situação. Era somente dizer uma palavra, um pensamento, e legiões de anjos teriam varrido aquela região com uma fúria e, muito provavelmente, hoje a região seria só mais uma extensão do Mar Vermelho (ou até do Mediterrâneo). E pensar que Ele sabia que cada uma das chibatadas que estava tomando eram por minha e sua causa. e sabia inclusive quantas seriam.

Sempre ouço os pastores falando que Ele amou a igreja; que deu a própria vida por nós. Mas isso foi mais que amor: foi fé em nós. Fé em que faríamos valer a pena o sacrifício Dele; fé de que daríamos o valor devido e nos arrependeríamos de nossos maus caminhos.

Pensem nisso: o tamanho da fé de Jesus em nós para fazer este sacrifício sabendo de tudo que ainda estava por vir, todas as barbaridades que ainda seriam feitas - sendo muitas no Seu Santo Nome. Quem, mesmo amando muito alguém, aceita sofrer tamanhas barbaridades se não tiver fé que a pessoa que está sendo protegida, pelo menos vai tentar ser alguém melhor?

Vocês estão tentando ser pessoas melhores? Estão buscando a santificação de suas vidas, agindo de acordo com a mente e vontade de Jesus?

Geibson Lehugeur

Sofrimento

Quando recebemos um chamado de urgência; quando escutamos alguém nos chamando porque nossa ajuda é indispensável - senão algo muito ruim pode acontecer - o que fazemos? O que você faz?


Vejamos um exemplo. O seu cônjuge está no banho e grita para desligar a chave pois o chuveiro entrou em curto. Qual sua reação? Ficar sentado ou sair correndo para desligar a chave antes que algo ruim - algo que pode causar muita dor e sofrimento - aconteça com uma pessoa importante para você?

Agora coloquemos isto no âmbito da igreja. Quando Deus chama você para evangelizar ou para orar pelos enfermos, ajudar na libertação de irmãos que estão presos pelas amarras do pecado, qual a sua reação? Ficar sentado, dizer que não tem tempo para isto agora?

Já sei, essas pessoas não são tão importantes como seu cônjuge.

Pois você está vendo isto pelo lado errado. Não são essas pessoas que vão sofrer com a sua falta de ação; mas Deus que está chamando de debaixo do chuveiro, gritando que ele está em curto. É a Ele que você está ignorando. As pessoas que você pode ajudar não sabem que vão continuar dessa maneira porque você não fez nada. Porém, Deus vai sentir dor por cada um destes que não for salvo.


Pense sobre isso quando você for até a igreja no domingo, orar e bancar o espiritual, e achar que será perdoado por tudo de errado que fez durante a semana. A quem você está fazendo sofrer?


Geibson Lehugeur.

Basta!

Se você tem estômago fraco ou se acha muito sensível, não prossiga com a leitura dessa postagem, vá assistir um video bem suave e volte no blog outro dia. Agora, se quer prosseguir, é por sua conta e risco e não diga que não foi avisado.
Estou farto da babaquice e da criancice que aflora do chamado "meio evangélico". Todos os dias eu leio sem nenhum prazer ou alegria, alguma notícia estúpida ou vergonhosa vindo daí. Antigamente, as pessoas diziam que pra ser "crente" tinha que largar o cigarro, a bebida, não podia ir mais aos bailes, tinha que ser honesto, usar essa e aquela roupa, &tc. Pelo menos tinha um padrão! Ridículo e estereotipado, mas ainda assim um padrão, uma postura. Um testemunho.
Hoje, o que eu ouço das pessoas é: "Como que alguém tão inteligente como tu, consegue ser crente?" AAAGHH! Hoje, o estereótipo é de que crentes são burros!
Porque isso acontece? Simplesmente porque na maioria dos casos de hoje é a mais pura verdade!
Pergunta pra um crente qualquer o por quê de ele fazer isso ou aquilo. As respostas normalmente são:
  • "Minha religião não permite!"
  • "Tá na Bíblia!"
  • "O pastor disse que não pode!"
  • "Não sou pastor, pergunta pra ele!"

Agora eu pergunto: Isso lá é resposta que se apresente? Isso aí foi realmente dito por alguém que diz ter a Mente de Cristo? Essa chocarrice, essa balela, essa coisa pífia é pra ser inspiração do Espírito Santo?

MAS VÃO TOMAR VERGONHA NESSA CARA! Depois tão aí dizendo que tem marcha disso, cruzada daquilo, encontro de não sei o que, fogo não sei daonde, campanha de 7, 14, 21, 12, 318, 70. Vou jogar na Megasena essa sopa de números!

Agora me aparece uma notícia de que a música do Régis Danese tem mensagem subliminar. Mas o Bonito que descobriu a pólvora e ateou fogo, nem sinal!

E o povo sai comentando na igreja, no MSN, no Orkut, dando ibope pra fofoca, dando trela pro capeta, levantando falso testemunho contra um cara que até agora só foi benção. Antes de colocar a resposta do Régis à essa palhaçada; eu vou dizer porque a música "Milagre em mim" está no alvo do diabo.

Vamos pra Mateus capítulo 18. Aqui tem um belo sermão de Jesus sobre o perdão e sobre o escândalo. Vou matar dois coelhos com uma cajadada só. No versículo 17, Jesus diz que a pessoa que não aceita exortação deve ser considerado como gentio e publicano. Olhando pro contexto da época, Ele disse "estranho e traidor"; respectivamente, pois os gentios não eram participantes da Aliança Mosaica, eram estranhos à Lei, e o publicano era do povo mas se vendia à Roma.

Quando a música começa, faz com que as pessoas se identifiquem como publicanos traidores da Aliança, assim "como Zaqueu". Continuando, faz com que as pessoas assumam uma postura de pagar o preço pela Santa Presença: "quero subir o mais alto que eu puder, só pra te ver e olhar para ti".

O nível de busca avança ainda mais, começando a trilhar o caminho da humilhação, da dependência total, até chegar à renúncia de "largo tudo pra Te seguir".

Mas a parte que deve doer a cabeça do capeta é a que começa a convidar o Senhor pra entrar na "minha casa, na minha vida, mexer com minha estretura e sarar todas as feridas". Já dá pra ver a raiva e o descontentamento que isso tá provocando em muitos líderes e pastores que ficaram "possessos" com a música e proibiram de executá-la em suas igrejas.

É isso mesmo! Quando Deus levanta alguém com unção pra fazer parar a bobageira que anda solta, tem que aparecer uma cambada de sem-noção pra servir de represa do mover de Deus. Ele não vai parar de se manifestar só porque os fariseus querem. Vocês estão fazendo os pequeninos tropeçarem com as teologias de fundo de quintal de vocês. Tá chegando o momento em que o Senhor vai entregar vocês aos verdugos!

O Senhor deve estar ficando verde de náusea só de olhar pra esse tipo de comportamento. O Zaqueu foi feliz em correr atrás do que ele queria,;o Régis também. Mas parece que tem mais fariseus, gentios e publicanos na igreja do que imaginávamos.

Vamos por um fim nessa porcaria? Tenho duas sugestões, façam como o Zaqueu ou preparem as pedras de moinho e boa viagem.

Juliano Leal MRM/MARP

Leia o que o Regis Danese disse.

"Mas existem amigos mais chegados que irmãos."

É a primeira vez que escrevo de fato para o blog. E essa postagem poderia ter pelo menos mais dois títulos: "Não vos conformeis com o SISTEMA desse mundo" ou " Todas as coisas cooperam juntamente para o bem...". Mas vamos ao que interessa.

Fomos na noite passada num Hipermercado. Sabem aqueles beeem grandes, grande mesmo? Algo que os americanos chamariam de big, de tão grande. Corredores intermináveis, mercadorias não muito bem expostas, atendentes esperando ansiosamente o final do turno. Um daqueles hipers com tudo informatizado que com um clique você consegue todas as informações sobre o seu cartão de fidelidade. Pelo menos é o que prometem quando te oferecem mil e uma vantagens para te "fidelizar".

Combinamos com um casal de amigos, que também estaria fazendo suas compras lá, de pegarmos uma carona até em casa. E seria uma noite agradável de compartilhar a benção de sermos corpo e cooperarmos mutuamente. Mas nem todos os contos terminam com finais felizes.

Quando chegou a hora de passarmos uma compra no setor de eletro, me informaram que eu estava sem limite liberado no cartão. Eu concordaria sem questionar nada se eu já não tivesse passado pelo inconveniente uma vez, e não tivessem me informado de que se eu olhasse no site e o limite estivesse lá, estaria tudo bem. Foi o que eu fiz. Mas não foi o suficiente. Fui me informar (furiosa é verdade - sabem quando a velha natureza simplesmente acha uma brecha para tentar dominar?) e minha vontade de verdade era de bater no atendente - que, é claro, não tem responsabilidade nenhuma. Tudo que ele pode fazer foi registrar uma reclamação, pois no sistema que eu consultei tinha uma coisa que na hora do "vamos ver" não se confirmou. E eu teria que simplesmente me "conformar" com o que dizia o sistema.

Era tudo de que eu precisava. O "sistema" que parece que só dá problema comigo, duas horas percorrendo corredores intermináveis, a ansiedade do final da gestação, o estresse de ainda estar acampada no apartamento depois de uma mudança de cidade, uma criança de cinco anos cansada e com sono, um marido que tem 'alergia' a qualquer tipo de cartão - desde os de conta corrente, passando pelos de fidelidade e os de crédito. Sem contar a semana de intensos ataques a nós e a nossa igreja. Precisa mais?

Bom, eu teria que voltar no outro dia e refazer todas as duas horas de caminhada pelos corredores intermináveis. Aí entraram nossos amigos que, gentilmente, amorosamente e numa demonstração do genuíno amor cristão, nos socorreram nesse momento no mínimo embaraçante. Qual o laço de sangue que eles tem conosco? A adoção em Cristo. Nisso vemos cumprido o que diz em Romanos: " todas as coisas cooperam JUNTAMENTE para o bem daqueles que amam ao Senhor". Se não houvesse o sistema- com o qual não temos que nos conformar, não haveria a manifestação do amor desses amigos que nos foram como irmãos quando precisamos.

E terminou aí? Na verdade não. Quando meu esposo foi retirar dinheiro para ajudar na gasolina, o terminal que deveria ser 24 horas, fechava às 22:00 horas. O detalhe é que o banco promete oferecer serviços por no mínimo umas 30 horas por dia... Bom, o sistema do banco funcionou, o problema foi o sistema do caixa. Ah! quando fomos sair estava chovendo, o carro estava estacionado num lugar distante do estacionamento. Ainda bem que nosso querido amigo teve a brilhante idéia de trazer o carro até a saida do mercado, debaixo da marquise para descarregarmos as infinitas sacolas. Uma idéia de português. E ai de quem falar mal.

Jaqueline Hannusch Leal.

O pai, o filho e os cisnes negros.

Pois esta história se passou numa fazenda do interior e me foi contada por um velho Pastor lá do Nordeste.

Havia um fazendeiro muito rico que gostava muito de animais tinha em sua fazenda muitos bichos de várias espécies. Dentre eles, um casal de cisnes negros muito bonitos que fora presente de um casal de amigos.
Seu filho que estudava na cidade foi passar as férias na fazenda e lá chegando foi recebido com alegria por todos. O pai lhe mostrou tudo o que tinha depois de várias horas à cavalo, voltaram de percorrer os campos. O pai então lhe mostrou suas jóias: os cisnes.
Passados alguns dias, o pai foi fazer uma viagem à negócios e deixou o filho cuidando das tarefas junto com seu servo. O filho, que gostava muito de caça, pegou sua espingarda e tomou o rumo da mata. Chegando num determinado ponto, deparou-se com o lago e os cisnes nadando. Só por brincadeira resolveu fazer uma mira nos cisnes, quando sem querer seu dedo puxou o gatilho e um dos cisnes foi atingido mortalmente. O rapaz entrou em pânico. E com se não bastasse isso, aparece o servo que lhe diz: "O que fizeste? E agora o que é que vais dizer a teu pai?" O moço chorou e implorou ao servo que não contasse nada ao pai. O servo, por sua vez, lhe propôs o seguinte: "Tenho várias léguas de terra para lavrar, você tem que fazer essa tarefa para mim e eu não conto nada ao seu pai." Feito o trato, o rapaz logo se pôs a trabalhar.
Chegando de viagem, seu pai começou a notar um abatimento no filho que foi justificado por noites mal dormidas e o forte calor da fazenda. Mas, numa manhã depois do café, o pai resolveu segui-lo. E qual não foi a surpresa ao ver seu filho lavrando a terra e o criado deitado sob a sombra de uma árvore. "Mas o que é isso afinal?" pergunta o pai. E imediatamente fez o servo levantar e pegar no arado dizendo-lhe: "Faça você o seu serviço, porque em meu filho mando eu!" E chegando-se ao moço o abraçou e disse: "Vamos para casa meu filho. Se você tivesse me contado a verdade, não estaria passando por isso agora."
A lição que tiramos daqui é que muitas vezes Satanás nos ataca em nossa caminhada, e quando caímos, ele nos acusa, nos culpa, e nos faz trabalhar para ele. E nós ficamos dias e noites mandados de lá para cá, sem saber o que fazer. Esquecemos que quem tem direito de nos corrigir e chamar nossa atenção é o Nosso Pai Celestial. Se Lhe contarmos a verdade e nos arrependermos, Ele é fiel e justo para nos perdoar.
Queridos, vamos falar a verdade ao nosso Papai do Céu, e Ele, e somente Ele, vai decidir o que fará conosco. Pois somos Filhos comprados pelo Sangue de Jesus, e não bastardos capachos do diabo.
Que Deus nos abençoe. Amém.
Valmir S. A. Leal

Coisas que aprendi na igreja - Parte V

Como eu sempre digo, essa série tem como objetivo avaliar as más atitudes para decidir evitá-las no futuro; e não criticar ou julgar ninguém, mas admitir que temos errado como igreja em diversos aspectos. Creio que fazer isso é por em prática a exortação de Apocalipse de voltar ao ponto onde caímos e nos arrependermos.

O pelotão das carolas puxa-saco de pastor descobriram que um casal de jovens da igreja estava cometendo fornicação e que a moça estava provavelmente grávida. Em menos de uma semana, o diz-que-me-disse estava solto na congregação. As famílias olhavam o casal de revesgueio, evitavam conversar com eles, cochichavam quando eles passavam e o clima começou a ficar insuportável para o casal e as respectivas famílias.

A moça chorava pelos cantos e a mãe sofria com toda a difamação e vergonha a que eram submetidos por seus "irmãos em Cristo". Mas foi só o começo.

A opressão das pessoas fazendo fofoca e despejando boatos e toda sorte de teorias foi tanta que o rapaz se afastou da comunhão. Os meses foram passando e a barriga simplesmente não apareceu, mas a moça ficou um bom tempo cabisbaixa e frequentando as reuniões da igreja com horário de patrão: chegando depois de começar e saindo antes de acabar.

Eu até hoje acredito que ela tenha abortado. O que me faz crer nisso? A vida dela se estagnou. Era uma pessoa que não parava de falar de sonhos de Deus e vontade de Deus, de ministério e chamado, coisas que nunca se concretizaram na vida dela. Coisas que foram abortadas.

Muitas vezes, a igreja milita contra o aborto físico mas não liga a mínima para os abortos emocionais e espirituais. E os mais atingidos são os ministérios.

Ah, igreja de Jesus! Que aborta os profetas e os apóstolos e apedreja os que te são enviados com infâmia, calúnia e maledicência! Quantas vezes o Senhor quis te juntar e te restaurar, mas tu não queres e nem deixas quem quer, conseguir. Se perceberes tua casa desolada, te arrepende no pó e na cinza da podridão das tuas obras mortas e do fedor da tua adoração mesclada com carniça, vômito e fezes.

Carniça, pois tu reviras os restos do corpo de quem já está moribundo e te alimentas disso.

Vômito, pois com tua boca fazes os outros sentirem a presença da imundícia que tu consumiste.

Fezes, pois tu expele algo ainda pior do que aquilo que te alimentou, que traz à tona toda a podridão do teu interior.

Preparem-se, todos vocês, corvos, urubus e abutres que ficam sobrevoando a cabeça dos fracos, dos pequeninos. O Senhor está se levantando do Seu trono para vir executar a vingança sobre os desaforados e iníquos que acham que Ele deve ser cego ou senil. Sua paciência está se esgotando, Sua ira será despejada. Ainda dá tempo de você se arrepender. Porém, com essa sua mente cauterizada, já deve ter me improperado o suficiente para apressar a tua condenação.

Ainda assim, intercedo para que o Senhor te perdoe e te dê uma chance de experimentar o amor, esse dom supremo que para ti deve ser um ilustre desconhecido, bem como o Autor de tamanha maravilha. Pois aquele que diz que está Nele mas odeia seu irmão, mente e a Verdade não está nele. Nisto conhecemos aqueles que são de Deus, pois o amor de Deus está neles, e o próprio Deus está neles, pois Deus é amor.

10, 9, 8, 7, 6...

Corre! Teu tempo tá acabando.

Juliano Leal - MRM/MARP

Arrependimento

A confissão dos nossos pecados a Deus é um princípio básico para o acesso ao trono Dele. Porque quando não os confessamos, permitimos que uma barreira se forme entre nós e Deus; barreira essa que a cada dia aumenta e se curva sobre as nossas cabeças, tornando difícil a comunhão com o Senhor.

Um dos principais problemas é a confissão de “boca pra fora”, ou seja, quando não nos arrependemos realmente do pecado cometido. O arrependimento não consiste apenas em não voltar a praticar aquele pecado, mas de utilizar todas as nossas forças para que mantenhamo-nos afastados dele.

Recentemente eu fiquei sabendo do real significado da palavra pecado: a palavra se origina de um termo usado nas competições de arco e flecha e significa fora do alvo. Tendo isto em vista, a designação de pecado aumenta muito, pois não se trata de algo que não agrada a Deus, mas sim de tudo que está fora da vontade Dele, do seu grande plano para todos nós.

Visto desse ponto, quantas coisas na sua vida são pecados? Quantas pequenas coisas você fez e achou que não importava, que não tinham influência em nada, que eram pecadinhos? Pois cada um desses pecadinhos foi mais uma chibatada em Jesus, foi mais um espinho na coroa que lhe foi imposta antes da crucificação, foi mais uma ferida que Ele aceitou para que você tivesse a chance de ser salvo.

Mas somente por causa deste sacrifício realizado por Jesus é que nós hoje podemos pedir perdão por tudo aquilo que já fizemos de errado e imediatamente esta barreira será destruída pelo poder do sangue de Jesus, nos permitindo acesso novamente ao Santo lugar.

Não se deixe enganar pelo mundo, não pratique as coisas que o mundo pratica. Nós fomos separados deste mundo para louvá-Lo e adorá-Lo. Mantenha-se em oração e busque a santidade, pois larga é a estrada e grande a porta que leva à perdição.


Geibson Lehugeur

O plano

Assim como nós fomos planejados e aguardados com muita expectativa por Ele; também foram feitos planos para a nossa vida. Como um pai que aguarda o filho com expectativa, já planejando tudo que vai compartilhar com este filho ou filha; Deus também faz planos para quando estivermos caminhando com Ele: onde Ele vai nos levar, o que faremos juntos, o que será compartilhado.


Mas existe uma grande vantagem no plano Dele em relação a qualquer outro de pai ou mãe: este plano é perfeito e individual, não força nem frustra, é totalmente voltado para o nosso bem, sem nenhuma expectativa ou cobrança, sem imposições como um pai ou mãe terrenos podem fazer às vezes.


Mas por quê nós não conseguimos colocar este plano em prática?

O plano não é posto em prática por causa do nosso egoísmo e comodismo. Nenhum de nós deseja ser mexido, mudado, transformado.

Devemos deixar o comodismo e nos engajarmos no plano de Deus para as nossas vidas.


Eu proponho uma oração:


“Pai, hoje eu quero uma transformação na minha vida.

Realiza o teu perfeito plano em mim”


Geibson Lehugeur



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