Nutrigenômica

Seus gens poderão dizer exatamente qual alimento comer para permanecer saudável.
Por Maya Rizel para o NoCamels

Photo by Michal Divon

Israel, um pioneiro na pesquisa sobre o impacto da alimentação na saúde geral, desenvolveu o que hoje é conhecida em todo o mundo como o campo de Nutrigenômica. A nutrigenômica estuda o efeito dos alimentos e componentes alimentares sobre a expressão gênica e faz análises nutricionais, como forma de adaptar a dieta pessoal com o perfil genético de cada pessoa.

Pesquisadores do centro acadêmico H. Robert Smith de alimentação, agricultura e meio ambiente na Universidade Hebraica de Jerusalém, vem pesquisando a extensão da conexão entre expressão gênica e alimentos, com o objetivo de criar, eventualmente, nutrição personalizada de acordo com os genes de cada um.

Nutrigenômica argumenta que as recomendações atuais fornecidas por nutricionistas em relação à ingestão de vitaminas através de alimentos diferentes são muito genéricas e compatíveis apenas para uma pequena parte da população.

Segundo Oren Froy, o diretor do instituto de nutrigenômica na Universidade Hebraica de Jerusalém, um dos poucos centros desse tipo em todo o mundo, as variações nos genes da população humana são demasiado vastos e, portanto, é crucial para personalizar o consumo alimentar de cada um segundo as suas necessidades específicas.

Este procedimento ajuda a garantir o funcionamento normal do corpo e como tem sido provado que os alimentos afetam a expressão genética, o foco deve ser a especificidade e a identificação pessoal às necessidades nutricionais, disse Froy ao jornal Haaretz.

Os cientistas esperam que, num futuro próximo, será possível realizar um exame de sangue simples para analisar genes de uma pessoa e baseado nos resultados, aconselhá-los sobre quais os alimentos que devem e não devem comer para prevenir as doenças que eles estão propensos a desenvolver .

_______________________________________

Não tenho medo de imaginar (e até desejar) que os nossos gens vão precisar exatamente da comida descrita na Palavra. Tô só esperando o resultado da pesquisa.

Juliano G. Leal - MRM/MARP

Apó$tolo$, Bi$po$, Pa$tore$ e Mi$$ionário$: Uma música para acalentar-lhes o sono

Ouvi e não consegui deixar de compartilhar. Para os puritanos que não ouvem nada que não seja gospel, principalmente reggae, voltem outro dia, (ou deixem se ser hipócritas, pois a Enya, o Kenny G e a música "clássica" que embalam os casamentos, não são gospel). Para os seres humanos, aproveitem e divulguem.

Como líder de louvor, eu ensino que as músicas que ouvimos e cantamos devem dizer a verdade e glorificar ao Senhor. Fora do culto, recomendo que as que não são especificamente religiosas, que também não ofendam a santidade e não tragam conceitos distorcidos da verdade e da fé. Dentro de uma classificação hinológica (que tal?), essa música aqui seria de confissão e arrependimento, algo bem comum na hinologia gospel, embora ela não seja propriamente gospel. Me edificou ouví-la.

Dá o play e vai acompanhando a letra.



Oh Jah, Oh Jah!
Tribo de Jah

Destinos livres num mundo em degradação
Mentes mantidas na prisão,
Dos falsos preceitos, da doutrinação,
Excluídos e eleitos no reino da perdição.

Líderes malignos, dominadores,
Ensinam e fanatizam seus fiéis seguidores,
Não sabem da dor no desprezo, da rejeição,
Não sabem do desespero dos que esperam em vão.

Falsos profetas, enganadores,
Comerciantes da fé, sacerdotes dos valores,
Missionários mercenários, devotos do dinheiro,
Exploram nos cultos diários o sofrimento alheio.

Oh Jah, Oh Jah-Jah! Quanta desonestidade,
Não se sabe em que acreditar,
Doutores em falsidade,
Aproveitadores por todo lugar,

Querem construir o seu céu na Terra
E acham que pra isso tudo podem comprar,
Vendem suas almas, declaram a guerra,
Só a cobiça lhe faz respirar.

Oh Jah, Oh Jah-Jah,
Que grande abominação!
Oh Jah, Oh Jah-Jah,
Discipulos da maldição!
Oh Jah, Oh Jah-Jah,
Quanta hipocrisia!
Oh Jah, Oh Jah-Jah,
Livrai-me dessa heresia!
Não se sabe em quem acreditar,
Perdoe se eu tropeçar,
Mundo em degeneração,
Eu clamo pelo Seu perdão.

O que mais gostei na música é que ela pede perdão por tudo isso. Não é um discurso autoexcludente. Nós também reconhecemos que o problema do Corpo é nosso.
Continuemos clamando. Quando o fazemos, dizemos ao Pai: "Me tira daqui, cansei de me revirar na sujeira".
Pena que poucos líderes "cristãos" consigam fazê-lo.

Juliano G. Leal - MRM/MARP


Related Posts with Thumbnails