H1N1 e a verdadeira pandemia.



É incrível as idéias e teorias que surgem quando duas pessoas inteligentes interagem.
Recentemente numa conversa entre os redatores Aliane e Juliano surgiu o assunto H1N1. Acompanhando o assunto achei que seria relevante colocar aqui algumas questões levantadas pela nossa dupla e por mim. Aí vai.

Desde que começou a Copa do Mundo, não se fala mais em Gripe Suína. Não há mais secretários de saúde falando da importância de não ficar em lugares fechados, de não compartilhar nenhum utensílio, de lavar muito bem as mãos, ou de usar alcool em gel. Não vemos mais campanhas na mídia em geral, nem reportagens sobre os riscos do inverno e o potencial aumento nos casos de contágio. Com base nisso chegamos as seguintes conclusões:

* A pandemia é uma farsa, um vírus como todos os outros, porém, que sofreu do sensacionalismo da mídia. Ou não. Talvez nem o vírus tenha resistido às emoções da Copa.
* Talvez as autoridades e a mídia também tenham se rendido a Copa do Mundo. Ou não. Por causa da Copa talvez tenha apenas faltado espaço na grade de programação para campanhas menos importantes, como a da gripe, que possivelmente ajudaria a evitar a contaminação de milhares e até mortes.
* Quem sabe não exista mais contágios por causa do local de realização da Copa. Como a vacina (dizem) foi testada lá na África, ela surtiu real efeito, pois não houve nenhum caso registrado, mesmo com a enorme aglomeração de pessoas, frio intenso e o compartilhamento de objetos.
* Ou, no caso de nenhuma das questões acima serem verdadeiras, ou possíveis, ficamos com a pior teoria. A ação da vacina, ou da defesa natural do nosso organismo, é desencadeada por um agente externo, atordoador, porém muito eficaz: o 'som' das vuvuzelas.

Não sabemos explicar, mas podemos observar que enquanto somos expostos ao som produzido pelo terrível artefato milagroso, não se registrou nem um caso de contágio/morte pela H1N1. As pessoas emprestam suas vuvuzelas, compartilhando saliva e sabe-se lá mais o que, sem qualquer risco para a sua saúde! É simplesmente incrível!

Então, já sabe. Não deixe de comprar e usar sua vuvuzela imunizadora se quiser chegar vivo a Copa de 2014, que será aqui no Brasil. Aliás, não deixe de comprar protetores auriculares também, para poder passar com o mínimo de perda auditiva pela verdadeira, pior e mais terrível pandemia do século: a vuvuzela.

Jaqueline Hannusch Leal

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